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Críticas ao filme "Basta"

Devido a ter dado hoje o filme "Basta" na televisão portuguesa, decidi fazer uma busca e ver o que as pessoas acharam do filme e as suas críticas. Deixo os links oficiais de onde tirei a informação para quem queira visitar.. Aqui ficam algumas opiniões:

 

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CRITICA 1: 

Alguém já disse - ou escreveu, não sei - que «Basta» era a versão de Hollywood do caso de Catarina Talon. Só que aqui, depois de ser zupada pelo marido, Jennifer Lopez, em vez de ir escrever livros, de aparecer até à exaustão nos programas matinais, nos «talk shows» da SIC e TVI e nas capas das revistas do coração, transforma-se numa espécie de símbolo justiceiro para-feminista de todas as mulheres maltratadas e vai fazer ao marido espancador o que o Chuck Norris costuma fazer aos vilões nos filmes dele: chegar-lhe a roupa ao pelo valentemente. O mesmo é dizer que «Basta» é muuuuuuuuito mau! Espero que Michael Apted tenha sido bem pago, porque fica com uma mossa das grandes na sua digna filmografia.

Deu 0 votos

 

 CRITICA 2:

Foi o filme que demonstrou do que as mulheres são capazes de fazer quando são maltratadas

Deu 5 votos

 

CRITICA 3:

Quase uma comédia involuntária este risível "Enough".
A credibilidade do filme está à altura do seu central twist: Jennifer Lopez, de esposa maltratada, transforma-se num ápice numa espécie de Van Damme de saias e dá uma carga de porrada ao marido violento.
Michael Apted, que já tinha feito alguns bons filmes - "O Mistério de Gorky Park", "O Mistério de Agatha" e "Nell" - espalha-se agora ao comprido neste filme desaconselhável.
Uma estrela para a miúda que interpreta a filha de Lopez (com tiradas deliciosas), para a voz de Juliette Lewis (o que está ela ali a fazer?!) e para o tema "Enough" cantado por Aimee Mann.
Jorge Silva

Deu 1 voto

 

CRITICA 4:

ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE...
Pode um filme possuir em muitos momentos da sua criação uma realização muito mais que aceitável – boa, mesmo -, debater uma temática pertinente e séria no contexto actual das nossas sociedades e ao mesmo tempo tornar-se num produto fílmico algo insipiente e inverosímil? Infelizmente, «Basta» prova-nos que sim. Realizado por Michael Apted, um britânico em cujo currículo se exibe o excelente «Medidas Extremas» (1996), o filme aborda não apenas a questão da violência conjugal como o drama com que muitas mulheres convivem pela impossibilidade de acederem ao desejável por motivo da sua débil condição conjugal: o divórcio. Um filme, aliás, que pelos seus decurso e temática nos traz imediatamente à memória um outro datado de 1991 e que tinha Julia Roberts e Patrick Bergin nos principais papeis: «Sleeping With the Enemy», então numa realização de Joseph Ruben. No entanto, em «Basta» os excessos do argumento traem irremediavelmente as sérias intenções do debate e alguns bons momentos de “suspense” que a realização de Apted imprime à narrativa.
O filme inicia-se desde logo de um modo pouco auspicioso que promete aquilo que felizmente não cumpre na totalidade: mais uma incursão banal e fútil de um certo cinema dito de entretenimento pelo melodrama romântico mas cuja real e única preocupação são os resultados da bilheteira. Quando Slim (Jennifer Lopez) conhece Mitch (Bill Campbell) em situação algo incaracterística e, posteriormente, na fase de idílio do noivado, este resolve tocar à campainha da porta de uma luxuosa mansão e com indisfarçável arrogância colocar nas mãos do seu dono, que nem sequer tinha a casa à venda, um cheque de várias centenas de milhares de dólares a que este não pode renunciar, teme-se o pior para o que nos resta da fita. Mas não e até a sugestão de que a aparição na vida de uma jovem empregada de restaurante de um homem muito rico lhe serve como modelo de felicidade é bem sustentada naquilo que se segue na trama. Isto porque em breve Slim irá perceber que o príncipe dos contos de fadas que acreditava ter como marido é afinal alguém com inúmeras e insuportáveis imperfeições. E a felicidade por si sonhada e vivida passa imediatamente a uma infelicidade que vive como um fardo, uma maldição da qual tem dificuldades em se libertar. Privado dos seus alibis, Mitch torna-se um marido prepotente e violento. E não permite que a mulher o abandone.
É pois nesta fase do filme que adquire alguma relevância o trabalho capaz de Michael Apted como realizador. Na fuga que Slim irá empreender com mudanças bruscas de cidade, de estilo de vida e com perseguições de automóveis à mistura, o realizador demonstra uma relevante agilidade mental e competência no manuseamento da câmara e na forma como procedeu à montagem de cenas. Apesar disso, é deficiente a composição dos perfis das personagens e demasiado estereotipada e virada para uma apreensão fácil e algo aparatosa a sua relação com os demais elementos sociais presentes, nomeadamente no caso de Mitch. E se bem que até em questão de impedimentos legais e dificuldades burocráticas processuais que uma esposa encontra num caso destes de violência conjugal o filme demonstra preocupação em evidenciar, é no mínimo ridícula a forma de desenlace final. Como se a seriedade do problema real em discussão se diluísse nos meandros da ficção. Dito de outra forma, o que acontece com Slim e Mitch no final do filme apenas é passível de acontecer exactamente porque se trata de um filme, de criação em cinema. E isso não credibiliza a película lançando-a para a indesejável prateleira onde depositamos aqueles filmes simplistas para consumo fácil e de fugaz retenção pela memória. Em termos de interpretações, as personalidades físicas e, sobretudo, dramáticas de Jennifer Lopez e Bill Campbell assentam que nem uma luva ao espírito que se sente pertencer ao filme no seu conjunto. Ou seja, esclarecendo, estão bem e sem grandes erros ou omissões nas suas interpretações mas em momento algum acreditamos que aquilo lhes está a acontecer. E é pena, especialmente por Michael Apted. Até porque, neste caso, o presente para si não cumpriu a promessa do passado. A promessa, essa, estabelecera-a com o já referido «Medidas Extremas».
Joaquim Lucas
(7arte.net)
2002.11.09

Deu 2 votos

 

 

 

 

 Fonte: http://www.cinema2000.pt/ficha.php3?id=3241 

"Basta"/"Enough" - HOJE NA TVI

Não percam hoje na TVI, o filme "Basta" com a Jennifer Lopez. Recentemente a Jennifer confessou que enquanto gravava este filme teve uma crise nervosa. Deixo-vos aqui uma sinopse do filme e não percam hoje na TVI. Para mim, um dos melhores da Jennifer.:)


fotografia
 

Ano: 2002
› estreia nacional: 08 de Novembro de 2002
› estreia mundial: 24 de Maio de 2002

País: EUA
Género: Drama, Thriller

Realização
Michael Apted

intérpretes
Jennifer Lopez, Bill Campbell, Juliette Lewis, Dan Futterman, Noah Wyle

Sinopse
A vida de Slim, uma empregada de mesa, transforma-se quando ela casa com Mitch, um empreiteiro. Ela tem tudo o que quer: um marido carinhoso, uma casa bonita e Gracie, a sua filha. O seu sonho é destruído quando ela descobre que o seu marido é tudo menos perfeito. O seu comportamento abusivo força-a a fugir. Quando, apesar do seu empenho para refazer a sua vida, Mitch a encontra e ameaça de novo, ela coloca Gracie em segurança e fortalece-se mental e fisicamente para provar a Mitch que para ela basta.

 

Jennifer Lopez revela que teve uma crise nervosa há sete anos

Apesar do colapso, nunca exposto publicamente, actriz não passou por tratamento: 'Não sou do tipo de pessoa que frequenta psicólogos'

Daily Mail/Reprodução

Jennifer Lopez durante espectáculo em Atenas, na Grécia

Jennifer Lopez falou, pela primeira vez, sobre uma crise nervosa que teve há sete anos. O colapso, que aconteceu enquanto ela gravava o filme "Basta", em 2001, paralisou a actriz, que não queria saber de mais nada, nem de trabalho nem de pessoas.

"Teve uma época em que eu estava a trabalhar demais, fazia música, filmes e muitas coisas. Sofria de insónia e tive um género de crise nervosa. Paralisei no estúdio de gravações", contou ela ao site "The Daily Beast". "Não foi propriamente no estúdio, mas no meu trailer. Eu fiquei, tipo, eu não me quero mexer, não quero conversar, não quero fazer nada".

"Lembro de pedir à minha assistente na época - Arlene - para ir ao director Michael Apted e perguntar se eu podia ir para casa porque estava me sentindo tão mal, tão esquisita. Fiquei dizendo para mim mesma: 'não sou fraca, não sou fraca'. É curioso as partidas que a nossa mente prega em nós. Só não queria que as pessoas soubessem que eu estava desmoronando", disse.

J-Lo decidiu, então, ir ao médico que a aconselhou a ter um bom fim de semana de sono e retornar ao trabalho na segunda-feira porque, se ela esperasse mais, podia desenvolver um pânico da labuta. "Foi o que eu fiz. Nunca fui a um psicólogo. Não sou o tipo de pessoa que frequenta psicólogos", concluiu Jennifer Lopez.