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Jennifer Lopez é indelicada com aeromoça, diz revista

Embora ela negue, é cada vez mais constante conflito de J-Lo com empregados

 

Depois que a imprensa americana afirmou que Jennifer Lopez tinha sido a responsável pela demissão de uma camareira, agora comenta-se que a diva do Bronx discutiu com uma aeromoça da United Airlines.

Segundo a revista Star, em um recente voo, Jennifer nem sequer notou a presença da aeromoça. A mulher, que preferiu não revelar seu nome, disse ao tablóide:
 
 "Jennifer se negou a me olhar. Ela virou a cabeça para o lado e pediu ao seu assistente pessoal que dissesse 'Por favor, diga a ele que quero uma coca diet e limão'".
 
Fonte: O Fúxico

Jennifer Lopez, a celebridade mais poderosa do planeta, actua em Lisboa

Milionária, mulher de negócios, uma verdadeira marca empresarial, J-Lo, ou seja a cantora e actriz Jennifer Lopez, actua hoje no Pavilhão Atlântico (20h30), na altura em que a sua popularidade se reacendeu.

Aos 43 anos, impôs-se como cantora, actriz, mulher de negócios e ícone da moda

 

Ser músico rock e homem de negócios não combina. Bono, que é as duas coisas, sabe-o bem, afirmando que os U2 se sentiam culpados quando começaram a ganhar dinheiro nos anos 1980. A ética punk a isso os impelia. Um músico rock mesmo quando detém um império financeiro coíbe-se de o exibir.

Nas últimas duas décadas, com a ascensão da cultura hip-hop e do R&B nos Estados Unidos, algo mudou e rappers como Jay-Z, Puff Daddy, Snoop Dogg, Kanye West e Eminem ou cantoras como Beyoncé, Rihanna ou Jennifer Lopez não só criaram verdadeiros impérios como não têm pudor de os exibir.

"No hip-hop os preconceitos contra o comércio não se aplicam", justificava há dois anos Bono, tentando explicar as diferenças entre a cultura rock e hip-hop. "É sexy que Jay-Z ou Beyoncé tenham a sua linha de roupa. As pessoas gostam disso. Querem ver um espírito empresarial." Ou seja, no rock ou no R&B todos querem ganhar dinheiro. A diferença é que no R&B os interesses materialistas são exibidos com frontalidade.

Em Maio a revista Forbes publicou a lista das 100 personalidades mais influentes do planeta no campo do entretenimento e a liderá-la lá estava o nome de Jennifer Lopez, para surpresa de muita gente, já que o pico de popularidade da cantora e actriz parecia ter sido atingido na alvorada dos anos 2000. Mas a sua presença nos últimos tempos no júri do programa de talentos da televisão, American Idol, parece ter ajudado a reacender a sua popularidade. A Forbes chama-lhe mesmo uma "reencarnação assombrosa da carreira."

Para figurar na lista não basta cantar, dançar ou actuar bem. É preciso ter uma presença massiva e regular nos meios de comunicação clássicos e nas redes sociais e, acima de tudo, gerar receitas. Muitas, muitas, receitas.

No caso de Jennifer Lopez falamos de 52 milhões de dólares (40 milhões de euros) gerados pelo facto de ser a imagem de marcas como a L'Oreal ou da Gillette, pelas vendas da sua linha de roupa e fragrâncias e pelo facto de até há pouco tempo ser júri do concurso televisivo American Idol - ao que parece, embolsava 20 milhões de dólares anuais no programa.

Os 12 milhões de fãs no Facebook, os 6,6 milhões de seguidores no Twitter, a participação como actriz em alguns filmes, as muitas capas de revista e as receitas geradas na publicidade a cosméticos ou carros fizeram o resto. A também cantora Lady GaGa, que anteriormente liderava a lista, caiu para a 5.ª posição, atrás de Oprah Winfrey, Justin Bieber e Rihanna.

Comprovando a sua influência em todo o mundo, e em especial junto da vasta comunidade latina, surgiu recentemente ao lado da cantora Beyoncé ou da actriz Eva Longoria, em apoio a Barack Obama, no contexto da campanha eleitoral para a presidência dos Estados Unidos. "As mulheres ajudarão a decidir estas eleições", afirmou. "Cresci com uma forte e trabalhadora mãe, e duas irmãs fantásticas. Aprendi desde muito nova que as mulheres quando se juntam são insuperáveis."

No meio disto, existe a música. Para Jennifer Lopez este é o momento de redefinir o seu percurso como cantora. O concerto de hoje marca o início da digressão europeia. Também por isso, resolveu vir uns dias mais cedo para a capital portuguesa, preparando o concerto inaugural. Ontem, 1500 fãs puderam assistir ao ensaio geral da Dance Again World Tour, certamente para constatar que o mesmo incide sobre a antologia de sucessos que acaba de lançar - Dance Again... The Hits.

A compilação inclui sucessos como Love don"t cost a thing, Waiting for tonight, If you had my love ou On the floor e dois temas originais novos - Dance again, com a participação de Pitbull, e Goin"it com Flo Rida. O concerto vai ser filmado em 3D e será incluído no documentário sobre a digressão da cantora. Será a segunda vez que vem a Portugal, depois de ter cantado na apresentação da cerimónia do evento Sete Maravilhas do Mundo, em 2007.

A ideia do documentário é criar um retrato da vida pessoal e profissional de Lopez, que se divorciou o ano passado do também cantor Marc Anthony. Aos 43 anos, impôs-se como cantora, actriz, mulher de negócios, ícone da moda e inimiga de quem acha que para se ser símbolo sexual tem que se ser muito magra. Hoje mantém uma relação com o coreógrafo Casper Smart, 18 anos mais novo do que ela, e é presença constante nos meios de comunicação. Esta semana o alarido deveu-se à publicação das primeiras imagens do seu novo filme (chama-se Parker e vai estrear em Janeiro de 2013), onde surge numa pose sensual de fato de banho ou a beijar apaixonadamente o actor Jason Statham.

Ao longo dos anos, ela nunca renegou o sucesso. Pelo contrário, diz-se abençoada por ele. Embora, como acontece com todas as celebridades de dimensão global, saiba que existe um preço a pagar. No seu caso, a separação pouco nítida entre a exposição pública e a vida privada é uma constante. Mas ela pertence à elite que vive bem com isso. Joga mesmo com isso. Faz parte do seu estatuto, que alimenta com valores de espectáculo que podem não ser sempre criativos, mas são poderosos. E o poder, já se sabe, atrai.

Fonte: Público

Jennifer Lopez: Diva latina actua hoje em Portugal

Jennifer Lopez não pára: entre três casamentos, dois filhos, linhas de roupa e perfumes, foi júri do American Idol, lançou sete álbuns de estúdio, protagonizou uma dezena de filmes. Agora fez-se à estrada eamanhã actua pela primeira vez em Portugal.

O sorriso afectuoso de Jennifer Lopez contrasta com a imagem que os media insistem em passar: que é uma das divas mais exigentes de Hollywood. Da extensa lista de vontades que lhe é atribuída fazem parte que lhe mexam o café no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio, que os empregados não lhe falem ou a olhem nos olhos, que as paredes dos quartos de hotel e camarins estejam forradas a lençóis brancos, que todos os sítios onde vá tenham velas brancas aromáticas e flores brancas, que os seus seguranças possam vasculhar os restaurantes onde vai em busca de eventuais ameaças ou contrariedades.

Verdadeiras ou não, certo é que Jennifer Lopez atingiu um estatuto que lhe permite fazer tantas demandas quantas quiser. Com 70 milhões de discos vendidos, J.Lo é uma das artistas pop mais bem-sucedidas da actualidade. Hoje, pela primeira vez, Portugal assiste ao vivo ao espectáculo da grande diva latina mundial. A cantora sobe ao palco do Pavilhão Atlântico na sua primeira tournée mundial: Dance Again.

Estranho é que tenha sido precisamente agora que a artista tenha decidido embarcar, pela primeira vez, numa tournée. É que, se as mudanças na indústria obrigaram os cantores a sair do estúdio e ir para a estrada, em busca de rendimentos devido à quebra na venda de discos, Jennifer Lopez goza de uma extraordinária saúde financeira. Em Maio, a revista Forbes não só a elegeu como a pessoa mais poderosa do mundo do entretenimento (à frente de Oprah ou Lady Gaga), como estimou que, entre Maio de 2011 e Maio de 2012, Lopez tenha somado à sua conta bancária 40 milhões de euros. Nada mau para um ano de crise.

Mas como chegou a tais números Jennifer Lopez que, há pouco tempo, parecia ter a sua carreira estagnada?

De ascendência porto-riquenha, a cantora nasceu em Nova Iorque há 43 anos. Começou a sua carreira como bailarina, de onde seguiu para o cinema. Foi em Selena (1997) que deu nas vistas, tendo sido nomeada para um Globo de Ouro. Os filmes sucederam-se. Entre muitos outros, protagonizou Out of Sight, de Steven Soderbergh(1998), onde contracenou com George Clooney, e Uma Vida Inacabada, de Lasse Hallström, com Morgan Freeman e Robert Redford.

Mas foi na música que Lopez mais se destacou. Em 1999 lançou On the 6, o seu primeiro álbum de estúdio, com canções como ‘If You Had My Love’, ‘Let’s Get Loud’ e ‘Waiting for Tonight’, sucessos mundiais mediatos. Seguiu-se, em 2001, J.Lo, que entrou para o top da Billboard, com temas como ‘Love Don’t Cost a Thing’ e ‘I’m Real’.

Só dez anos depois J.Lo voltou ao sucesso de 2001, com o lançamento de Love?, álbum que contém um dos temas mais rentáveis de toda a sua carreira, ‘On the Floor’.

Não se tratou de uma coincidência. 2011 foi o ano de mudança na sua carreira. Jennifer entrou pelas casas de milhões de pessoas ao tornar-se, com Steven Tyler (Aerosmith), membro do júri de American Idol, um dos programas de televisão com maior audiência nos EUA. Sempre de sorriso pronto, mostrando uma enorme empatia pelos concorrentes, chorando até quando alguns eram expulsos, Lopez conquistou o coração de pessoas de todo o mundo (o programa é transmitido no canal Fox do cabo). Entre a sua beleza – foi eleita, pela revista People, no mesmo ano, como a mulher mais bonita do mundo –, carisma, simpatia, e sentido de moda – a sua roupa era debatida à exaustão nos blogues de moda –, tornou-se o membro do júri mais falado. E a sua carreira disparou.

Foi capa de inúmeras revistas, vendeu milhões de álbuns, lançou uma linha de roupa. E, tendo abandonado a série depois de duas temporadas (será agora substituída pela cantora Mariah_Carey, alegadamente por exigir um cachet demasiado elevado), está agora na estrada a multiplicar os seus milhões.

 

Uma mãe trabalhadora

Casada por três vezes, se há coisa que dá que falar em Lopez é a sua vida pessoal. Depois do casamento com o actor cubano Ojani Noa e com o bailarino Cris Judd, de um romance de dois anos com Puff Daddy e de um mediático noivado com Ben Affleck (os tablóides chamavam-lhes Bennifer, sendo o primeiro casal a ter direito a um nome híbrido), que lhe ofereceu um anel de diamantes cor-de-rosa de 1,2 milhões de dólares, Lopez casou, em 2004, com Marc Anthony, com quem teve dois filhos.

Durante os anos em que o seu trabalho abrandou, o casamento durou. Mas, em Julho de 2011, quando Jennifer estava de novo sob os holofotes, o casamento acabou. Como tantos outros, também o de Lopez não resistiu à saída da mulher para o mercado de trabalho. «Tivemos os primeiros três anos de casamento só para nós. Eu não trabalhava, tudo girava em torno dele. Depois engravidámos. E tudo girava em torno dos miúdos. E depois comecei de novo a trabalhar», confidenciou à revista Vanity Fair. Coincidência ou não, o fim do casamento deu-se também depois de Ojani Noa ameaçar divulgar vídeos de sexo entre os dois.

Mas Jennifer mostra-se uma verdadeira romântica e não desiste. Já voltou às capas das revistas do coração devido ao seu romance com o bailarino Casper Smart. Talvez à quarta seja de vez.

Amores à parte, nos últimos tempos parece dedicar-se quase exclusivamente ao trabalho. Entre as duas temporadas de Ídolos, o novo disco e a tournée, protagonizou os filmes O que Se Espera Enquanto Se Está à Espera (2012) e Parker (que ainda não se estreou), dá a cara por marcas como L’Óreal e GilletteVénus, tem uma gama de perfumes (que, desde 2002, já lhe rendeu mais de mil milhões de dólares). A esta luz, as exigências de diva não serão assim tão estranhas.

Aliás, ao que parece, nem são feitas pela própria, mas pelo seu agente, o famoso Benny Medina. «O Benny sempre fez questão de que tudo estivesse bem para mim porque trabalhamos que nem loucos. Qualquer outra estrela faz a mesma coisa», afirmou à Vanity Fair. Por que tem Jennifer Lopez, então, uma das piores reputações no ramo? «Talvez por ser bem-sucedida, talvez por ser mulher, não sei. Mas não me dou ares. Trabalho muito. Ser uma diva ou materialista é uma falsa percepção. Não sou isso. Só adoro rodear-me de coisas belas. Isso pode ter potencial para me dar um ar egoísta ou decadente? Talvez».

 

Fonte: Sol

Jennifer Lopez faz «birra» após ser alvo de partida

A cantora Jennifer Lopez reagiu mal a uma partida que lhe foi pregada pela equipa de produção do seu espectáculo, durante os ensaios.

A artista de 42 anos não achou graça quando o carro em que era suposto entrar durante a actuação estava trancado, tendo gritado para saber quem tinha sido o responsável.

«Depois [da partida] ela teve uma crise. Houve muita gritaria enquanto tentava perceber quem era o responsável [pela brincadeira]», disse uma fonte dos estúdios em Los Angeles, citada pelo Daily Star.

 

Fonte: Diário Digital